Tamarineira ameaçada

Os (alguns) recifenses estão em um embate – dígno de adendo ao filme de Al Gore – que trata de um bem muito precioso: uma área verde de 80 mil metros quadrados.

Esta área abriga o Hospital Ulysses Pernambucano, ou Hospital da Tamarineira como é mais conhecido, cujo papel para a população carente é fundamental no apoio a mais de 1800 atendimentos por mês na emergência psiquiátrica.

Tamarineira, loucos por ela

Tudo isso está ameaçado por interesses meramente individuais, capitalistas e imobiliários para a construção de mais um “necessário” shopping center.

Para mais informações visite o site dos Amigos da Tamarineira e não deixem de assinar a Petição para preservação desta área.

Paticipe!

Mapa de Ação

Você deseja avaliar estratégias passadas? Quer saber se as estratégias vigentes estão dando certo? Ou mesmo quer identificar se para aquelas estratégias futuras já definidas, elas vão mesmo ser úteis? Bem, estou aprendendo uma técnica muito interessante que trata exatamente deste tema: Mapa de Ação.

Este mecanismo para avaliação de estratégias foi definido por Chris Argyris. Nele vc consegue testar estratégias (ações) para resolver um determinado problema de qualquer natureza.

O primeiro passo é determinar nesta ordem:

  • qual é o problema;
  • quem são os participantes (envolvidos);
  • fazer uma descrição do contexto; e
  • elencar pontos fortes (que contribuem para minimizar seu problema ou mesmo para alavancar estratégias que eleminará o problema); e
  • elencar pontos fracos (que contribuem para ampliar seu problema ou mesmo ajudam na sua manutenção).

O segundo passo é fazer o mapa propriamente dito determinando nesta ordem:

  • quais são as estratégias (já executadas, em andamento e futuras), ou seja, como é que agimos, quais são nossas ações;
  • quais são os pressupostos para cada estratégia, ou seja, quais são nossas crenças e valores; e
  • quais são as consequências desejadas e indesejadas (riscos) para cada estratégia.

Utilizando o Mapa de Ação conseguimos mapear ameaças e oportunidades para tentar antecipar e definir as ações governantes nos nossos projetos. Para as estratégias já executadas, estas servirão (por exemplo) para seções de Lições Aprendidas do projeto. Para as estratégias em adamento, conseguiremos validá-las ou mesmo fazer algumas correções e ajustes no seu rumo. E para a estratégia futura, aquela que foi definida e ainda não se tem resultados, teremos elencados todos os riscos (consequência indesejadas) que aquela ação poderá desencadear.

Este é um excelente instrumento para ser aplicado nas organizações e até em problemas de pequenos grupos. Pude aplicá-lo e testá-lo na prática neste último final de semana em um grupo de estudo que participo.

O resultado foi surpreendente: identificamos um problema latente do grupo; avaliamos estratégias erradas que tomamos; e, por fim, determinamos para o futuro quais seriam as melhores estratégias para alavancar o processo de aprendizagem do grupo e como iríamos promovê-lo.

Convido todos ao exercício!