Resiliente, vc é?!

22 02 2007

resiliente.jpgHá muito que esta “simples” palavra permeia entre conversas informais, entrevistas de emprego, revistas de comportamento e carreira, em manuais de como vc deve ser e se comportar, entre outros ambientes e mídias. Resiliência.

Recorrendo a um dicionário (na web) percebemos que resiliência é uma palavra originalmente associada a física/mecânica: capacidade de resistência a um choque; energia necessária para deformar um corpo elástico; entre outras definições. Em suma, a capacidade de ser resiliente remete ao fato de ser flexível.

Baseado nesta característica decidi fazer um teste sugerido na Você S/A chamado Até onde você aguenta? Seria mais um teste desses que “advinham” como vc é e em que vc deveria melhorar. Tinha feito um desses em 2001 (pelo então Radix, empresa na qual trabalhava na unidade de computação móvel) chamado Predictive Index (PI).

Bem, o teste sugerido pela Você S/A é baseado em um método criado por Claudia Riecken, fundadora da Quantum Assessment. Ele tem sido usado com sucesso na seleção e reestruturação de profissionais em empresas como Embraer, TIM, Toyota, entre outras grandes.

Não vou me ater (nem me atrever) a comentar o método em si, mas um breve comentário em relação a acuidade dos resultados do teste que fiz. Fiquei surpreso com tudo que foi apontado a meu respeito nos quatro fatores em que o método foca:

  • ação: indica a sua forma preferida para enfrentar desafios e resolver problemas;
  • comunicação: refere-se ao seu estilo de comunicação, e vai ajudar você a perceber sua habilidade atual quando tenta levar os outros ao seu ponto de vista;
  • estabilidade: estabilidade, oriundo da emoção primária da aceitação espontânea;
  • referenciais ou regras: forma de encarar regras e referenciais externos.

Para cada fator um apontamento suspreendente a meu respeito. Tendências as ações de suporte, a cooperação, etc. Estilo de comunicação inclinado a extroversão e expansividade. No quesito estabilidade apontou para adaptabilidade no que diz respeito aos meus próprios ritmos. Por fim em detalhes é marcado por um estilo mais conservador, onde está presente o gosto pela tradição, o respeito pela hierarquia.

Conhecer seu perfil comportamental com mais amplitude e liberdade, permite ativar os pontos fortes do seu perfil e trabalhar as características indesejáveis. Este teste baseado na flexibilidade comportamental é bastante oportuno para os dias de hoje, onde estamos sempre “sofrendo” pressões de todos os lados.

Arrisco-me em dizer que talvez a palavra antes de resiliência seja o auto-conhecimento. Vc pode ser contratado pela sua excelente competência curricular e ser demitido por comportamento inadequado. Ser resiliente será apenas o primeiro passo!





Aprendendo a Aprender

13 02 2007

Dois dias antes de iniciar minhas atividades como professor (da FG), achei um diagrama (no livro que Estou Lendo) que trata do Processo de Aprendizagem. No contexto deste livro, a aprendizagem é voltada para pessoas que atuam na área de vendas. No entanto, achei muito oportuno iniciar a primeira aula falando exatamente disso: APRENDIZAGEM.

Fiz alguns ajustes no modelo (originalmente proposto pelo livro) e o adaptei para minha realidade/aula.

aprendendo-a-aprender.GIFNeste processo de “Aprendendo a Aprender” cinco estágios são definidos (click na figura para ampliá-la): ignora; a par; confusão; conhecimento; e sabedoria.

  • Ignora. Neste estágio nos encontramos no estágio da ignorância. Não sabemos o que não sabemos. Uma frase atribuída a Socrátes retrata bem esta fase: “Só sei que nada sei”. É comum que nesta fase haja uma (natural) ansiedade pela informação.
  • A par. Este estágio é importante pois sabemos o quanto não sabemos. Podemos até enumerar e listar os itens do que queremos conhecer, pois agora estamos a par (cientes) do universo de informações existentes sobre um determinado assunto. Despertamos intimamente o tamanho dos nossos objetivos: aquilo que podemos aprender.
  • Confusão. Neste momento já sabemos o que podemos aprender. No entanto, como (normalmente) temos uma quantidade enorme de assuntos para desvendar, iniciamos o estágio da confusão. O que aprender primeiro? Como definir o que é mais importante? Para que lado devo seguir? Devo ser um especialista ou um generalista? Tenho pouco tempo, devo me dedicar a que assunto? É neste estágio que geralmente inicia-se a fase da auto-sabotagem. Diante deste turbilhão de perguntas, causado pela confusão, a fase de auto-sabotagem é uma tendência inevitável seguida das seguintes frases: “Isso não é pra mim”; “Não vai dar certo”; “Está muito difícil aprender”; etc.
  • Conhecimento. Sem enveredar pelo campo (e definição) da filosofia, podemos definir o conhecimento como a relação que é estabelecida entre o sujeito que conhece ou deseja conhecer e o objeto a ser conhecido ou que se dá a conhecer. Uma definição interessante que encontrei no Wiki sobre conhecimento diz que: “O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade”. É neste estágio que estão presentes a apreensão de qualquer “coisa” por meio do pensamento; e a capacidade de tornar presente ao pensamento “aquilo” que se apreendeu.
  • Sabedoria. Neste último estágio vamos recorrer sim a definição associada a filosofia. Segundo os gregos sabedoria (sophia) define o saber como conhecimento simultaneamente teórico e prático. E neste nível de conhecimento (as vezes inconsciente), quando detemos de sabedoria sobre algo, não sabemos mais o quanto sabemos. Ainda que o tempo passe, vamos ter o completo domínio sobre aquele assunto.

A paciência e, sobretudo, a persistência devem estar sempre presentes no processo da aprendizagem. A definição destes estágios tem como objetivo enquadrar – no tempo e na quantidade de informações apreendidas – a angústia natural em não saber, o deslumbramento da descoberta, a desorientação perturbadora, o conhecimento adquirido e por fim o saber conquistado.

Mãos à obra. Vamos aprender!





Vendas

13 02 2007

Sucesso em Vendas
Marcelo Ortega – Editora Saraiva.

Fiquei muito motivado e interessado depois de assistir as palestras no Encontro Pernambucano de Vendas, promovido pela Venda Mais. A palestra de Marcelo Ortega chamou muito minha atenção em relação ao tema Fidelização. Decidi então comprar seu livro, que aborda (dentre outros temas) técnicas, idéias e histórias de sucesso e fracasso em vendas.

Ainda não terminei, mas de antemão recomendo!

capa-sucesso-em-vendas.JPG





Hello world!

12 02 2007

Salve!!

Como todo primeiro post, aqui estão minhas primeiras palavras.

Declaro aberto este blog.

[]’s mauroSilva